No time da cidade que respira basquete, falta ao elenco um pivô clássico. Aquele jogador com mais de 2m, forte, que trabalha bem na defesa, pega rebotes e domina o garrafão como um zagueiro ou um centroavante matador no futebol. Mesmo assim, apostando no improviso, Franca chegou ao topo do NBB e avança para os playoffs como líder. Se o lance é improvisar, vale a brincadeira: o time recebeu nesta semana um candidato a pivô que veio direto dos gramados: Diego Bife, meio-campo do Francana, que disputa a Série C do Paulista. - Eu acompanho o basquete, brinco em casa e até conheço as posições. Ser pivô é muito difícil. É mais fácil chutar para o gol – diverte-se Diego, de 1,82m, enquanto bate bola com os basqueteiros no ginásio Pedrocão, em Franca.O jogador de futebol “disputou posição” com Ricardo Probst, Drudi e Spillers, os alas-pivôs que quebram um galho embaixo da cesta, já que o americano Marques Lewis, contratado em dezembro, não conseguiu encontrar sua melhor forma física. A dificuldade do improviso é disputar a bola com atletas 10 ou 15 centímetros mais altos e proporcionalmente mais fortes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário