sexta-feira, 15 de abril de 2011

Líder sem pivôs, Franca vê jogador de futebol ‘disputar vaga’ no garrafão


No time da cidade que respira basquete, falta ao elenco um pivô clássico. Aquele jogador com mais de 2m, forte, que trabalha bem na defesa, pega rebotes e domina o garrafão como um zagueiro ou um centroavante matador no futebol. Mesmo assim, apostando no improviso, Franca chegou ao topo do NBB e avança para os playoffs como líder. Se o lance é improvisar, vale a brincadeira: o time recebeu nesta semana um candidato a pivô que veio direto dos gramados: Diego Bife, meio-campo do Francana, que disputa a Série C do Paulista. - Eu acompanho o basquete, brinco em casa e até conheço as posições. Ser pivô é muito difícil. É mais fácil chutar para o gol – diverte-se Diego, de 1,82m, enquanto bate bola com os basqueteiros no ginásio Pedrocão, em Franca.O jogador de futebol “disputou posição” com Ricardo Probst, Drudi e Spillers, os alas-pivôs que quebram um galho embaixo da cesta, já que o americano Marques Lewis, contratado em dezembro, não conseguiu encontrar sua melhor forma física. A dificuldade do improviso é disputar a bola com atletas 10 ou 15 centímetros mais altos e proporcionalmente mais fortes.

Nenhum comentário:

Postar um comentário