sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Um Feliz Natal e um próspero Ano Novo :-)

A todos que leram nosso blog, desejamos um feliz natal e um próspero ano novo, foi um prazer deixa-los informados na área esportiva. Até a próxima postagem. De: Bruno Gomez, Iago Monnerat, Matheus Rodrigues, Matheus Pereira, e eu, Lucas Emmanuel.

Sacando a 230km/h em piso 'rápido demais', Ivanisevic estreia no Brasil

Croata de 40 anos, campeão de Wimbledon em 2001, joga nesta sexta-feira contra Fernando Meligeni nas semis do Rio Champions, no Maracanãzinho

A vida fora do circuito faz bem a Goran Ivanisevic. O croata de 1,93m de altura, que ficou famoso por um saque monstruoso e ataques de raiva dentro de quadra, hoje em dia só se diverte com o tênis. Aos 40 anos, o campeão de Wimbledon/2001 treina pouco e ri das reclamações da geração atual.veterano, que conversou com o GLOBOESPORTE.COM em clima descontraído durante a estreia de Marcos Daniel no Rio Champions, promete levar para dentro de quadra, no Maracanãzinho, o mesmo bom humor do bate-papo. Ele estreia contra Fernando Meligeni na noite desta sexta-feira, na segunda semifinal do importante torneio de veteranos.
A favor do visitante está a veloz superfície de jogo, algo sempre bom para quem tem um saque tão forte. O próprio Ivanisevic disse que o piso está "rápido demais". A pergunta inevitável - "rápido demais até para você?" - foi recebida com um sorriso pelo croata, que tenta se mostrar o mais consciente possível das limitações trazidas com os 40 anos de vida.
- Sabe, todo mundo sempre achou que eu gostava de quadras rápidas porque eu tenho um bom saque. Isto quando eu tinha meus 20 anos. Mas eu não gostava tanto. Prefiro quando está um pouco mais lenta, quando posso trocar bolas. Especialmente nesta idade.
O campeão de Wimbledon conta que passa a maior parte do tempo cuidando de seus dois filhos - Amber Maria, de 8 anos, e Emanuel, de 4. "Tenho que levá-los para a escola e outras atividades, então toma o meu dia quase todo". E os treinos para os torneios amistosos? Ivanisevic olha para o repórter, ri e responde:
- Se me avisam meses antes, eu não treino por meses, acredite. Talvez por uma semana. É preciso encontrar um equilíbrio. Eu malho, corro, mas tênis? Eu me lesiono muito quando jogo.Com ou sem treino, o croata garante que seu saque hoje em dia é tão ou mais rápido do que antes. Cortesia das novas tecnologias usadas nas raquetes.
- Quando você tenta um saque muito rápido, nunca dá certo. Tem que ser natural. Quando você se solta... Aí eu alcanço hoje 225, 228, 230 km/h. Quero me divertir. É minha primeira vez no Brasil. Quero mostrar aos brasileiros como posso sacar. Se eu jogar bem, ótimo. Eles vão se divertir - disse, com ar de despreocupação quanto ao resultado de seu primeiro jogo.
Ivanisevic também falou sobre o circuito mundial nos dias de hoje e as frequentes reclamações de tenistas e fãs: quadras muito lentas, bolas diferentes e pouco tempo de férias do circuito. Sobre o calendário, o croata disse que é preciso excluir torneios, mas ressaltou que a grande dificuldade é decidir que eventos serão retirados do circuito.
Acerca das quadras lentas, o ex-número 2 do mundo disse que é uma questão de perspectiva. "Na minha época, as quadras eram muito rápidas. Nos anos 90 estava muito rápido, agora está muito lento". Finalmente, sobre as queixas de tenistas que pedem um só tipo de bola em vários torneios, Ivanisevic minimizou a questão.
- Se você joga bem, você não reclama. Acredite. Mas se você joga mal, aí você reclama. A iluminação é ruim, está ventando, esta condição, aquela condição. Tanto faz, sabe? Talvez um só tipo de bola seja melhor, mas não sei. Os bons vão jogar bem com qualquer bola. Se você é bom, é bom com uma bola boa ou com uma bola ruim.

Francês da RBR mantém domínio e fecha testes em Abu Dhabi na frente

Acostumada a dominar os treinos e as corridas na temporada 2011, a RBR manteve a boa forma também nos testes para os novatos da Fórmula 1, realizados no Circuito da Yas Marina, em Abu Dhabi. Assim como nos dois primeiros dias, Jean-Eric Vergne dominou a quinta-feira. O francês marcou 1m38s917 pela manhã, 436 milésimos pior que a pole do alemão Sebastian Vettel, bicampeão antecipado, no último fim de semana. Aos 21 anos, ele ficou 0s980 à frente do inglês Sam Bird, da Mercedes, que se recuperou após ficar em último no início das atividades.

Leandrinho pode conquistar seu primeiro título no Flamengo

Sob contrato com o Flamengo enquanto durar o locaute (greve dos patrões) da NBA, Leandrinho tem a chance nesta terça-feira de conquistar seu primeiro título com a camisa do clube rubro-negro. A partir das 17h, no Ginásio da Gávea, o Flamengo recebe o Tijuca na segunda partida da série em melhor de três do Campeonato Carioca. Na primeira partida, disputada na última sexta-feira, o Flamengo confirmou o favoritismo e venceu por 101 a 74, em partida realizada também na Gávea.
Invicto no torneio, a equipe tentará assegurar seu 37º título na história e o sétimo de forma consecutiva. O curioso da participação de Leandrinho neste Estadual é que ele fez a sua estreia apenas no primeiro jogo da decisão. Na oportunidade, anotou 20 pontos e foi o terceiro pontuador do time, atrás de Marcelinho (21) e David Jackson (25). Apesar da grande diferença de nível técnico e investimento das equipes, o ala não espera um jogo fácil.
"O Tijuca tem um time experiente, que pode surpreender", alertou o jogador, que faz apenas seu quinto jogo oficial pelo clube rubro-negro. Além do primeiro jogo da decisão, ele esteve em quadra nas três partidas do Flamengo na fase inicial da Liga Sul-Americana. Na oportunidade, o time carioca obteve duas vitórias e uma derrota e avançou na segunda posição do grupo para o hexagonal final que será disputado entre os dias 29 de novembro e 3 de dezembro, em local ainda indefinido.
Em caso de vitória do Tijuca na segunda partida, o terceiro jogo da série está marcado para esta quarta, às 19h, novamente na Gávea. Encerrado o Campeonato Carioca, os dois times se concentram na disputa do Novo Basquete Brasil (NBB), que começa no sábado.

Com direito a recordes, Brasil ganha mais dez ouros no atletismo


Se a quarta foi devagar em medalhas para o atletismo brasileiro no Parapan de Guadalajara, a quinta-feira começou recheada de pódios para o Brasil. Logo nas primeiras provas, o país conquistou dez ouros, três pratas e três bronzes, além de bater um recorde mundial, quatro parapan-americanos e um americano.
O país agora é quem mais ganhou medalhas no atletismo em Guadalajara. Foram 44 no total, com 21 de ouro. Os Estados Unidos subiram ao pódio 41 vezes, 18 delas no lugar mais alto.

Nos 200m T46, o brasileiro Yohansson Nascimento conquistou o ouro batendo o recorde mundial T45 com o tempo de 22s34, apenas 0s01 mais rápido que sua própria marca conquistado em janeiro, no Mundial de Para-Atletismo, em Christchurch, na Nova Zelândia..
Francisco Lima iniciou a contagem de ouros no lançamento de dardos F44. Logo na primeira tentativa, o brasileiro fez sua melhor marca do ano (50,30m), resultado que lhe garantiu a vitória com tranquilidade.
Nos 200m T38, o Brasil teve dois atletas no pódio. Recordista pan-americano, Edson Pinheiro conquistou o ouro (24s03), mas não conseguiu melhorar o tempo obtido no Rio de Janeiro há quatro anos. Paulo Pereira ficou com o bronze (24s41), chegando apenas 0s04 atrás do segundo colocado, o canadense Kyle Whitehouse.
Ariosvaldo Fernandes Silva também levou o Brasil à vitória nos 200m, na classe T53. O atleta, que já havia batido o recorde parapan-americano nas eliminatórias, voltou a melhorar a marca, com o tempo de 26s73.
No salto em distância masculino F44,  André Oliveira foi mais um a bater o recorde parapan-americano para conquistar o ouro com a marca de 6,16m.
Nos 1500m T11, Odair Santos levou a medalha de ouro com o tempo de 4m11s02. Carlos Barto Silva ficou com o bronze (4m21s35). O Brasil também ganhou mais uma prata nesta quinta-feira. Foi com Francisco Coelho da Silva, nos 800m T37, com o tempo de 2m16s04.
As mulheres também foram bem representadas. Roseane Santos, a Rosinha, foi a primeira a garantir mais um ouro brasileiro. A primeira marca (29,53m) já seria o suficiente par ao lugar mais alto do pódio, mas, na última tentativa, ela conseguiu sua melhor marca do ano (30,03m) para consolidar a vitória.
No lançamento de disco F35/36/37, dobradinha brasileira e dois recordes americanos. Marivana Oliveira, que é da classe F35, ficou com o ouro com a marca de 22,72m. Como é da categoria F37, Shirlene Coelho levou a prata apesar do lançamento de 27,64m.
Nos 100m feminino T38, Jenifer Santos ficou com o ouro e bateu o próprio recorde parapan-americano, com tempo de 14,63. O Brasil levou ainda uma prata e um bronze nos 100m T13, com Viviane Soares (13s05) e Joana Silva (13s28).
Therezinha Guilhermina fechou a contagem de medalhas desta quinta-feira, na última final do dia. Ela foi a mais rápida nos 400m T12, com o tempo de 58s42 e bateu o recorde parapan-americano.

Notícias sobre o UFC 117

Anderson Silva não quer mudar de categoria. O lutador Anderson Silva em uma entrevista disse que não quer mesmo mudar de categoria. Ele que colocará o Cinturão do UFC em jogo neste sábado contra o americano Chael Sonnno UFC 117.
Thiago Alves o Pittbull empolgado com a revanche. Thiago Alves esbanja confiança para a revanche de sábado. Por meio de sua pagina no twitter (@attpitbull) o brasileiro Thiago “Pittbull” Silva, esbanjou confiança e mandou um recado para a galera do Brasil.“Galera brazileira! Obrigadao pelo apoio… To preparadasso! Vou espankar o bixao! E nois abraco! Osu!!!”
Thiago Alves finalmente vai fazer a sua esperada revanche contra o americano Jon Fitch, essa é a terceira vez que essa revanche foi marcada e parece que dessa vez ela realmente vai acontecer, Alves está totalmente recuperado de uma cirurgia no cérebro, realizada no dia 31 de março em Nova York. Uma anomalia foi encontrada na preparação para o UFC 111, onde enfrentaria Fitch.
Demian Maia está torcendo para Chael. O lutador de MMA e do UFC Demian Maia que ja participou ao vivo do Programa Combate Tota vai torcer para Chael Sonen contra Anderson Silva durante o UFC 117, que acontecerá no dia 7 de agosto em Oakland, na Califórnia. Demian não gostou das provocações de Anderson Silva. Pra quem não se lembra Demian e Anderson se enfrentaram no UFC Abu Dabhi.
Veja quais serão as lutas que acontecerá no UFC 117.
(fonte:TVCOMBATETOTAL.COM)

Daniel Dias brilha e puxa mais dois para encher o pódio dos 50m livre S5



Por pouco, não faltou lugar no pódio. O primeiro ouro da natação brasileira nesta quinta-feira nos Jogos Parapan-Americanos veio com bônus. Na disputa dos 50m livre, classe S5, o país dominou a piscina em Guadalajara e preencheu o pódio inteiro. O primeiro a chegar foi Daniel Dias, que engordou sua coleção dourada com o recorde parapan-americano de 32s80. Atrás dele vieram Clodoaldo Silva, com 35s45, e Francisco Avelino, com 43s98. Azar de Colômbia, Argentina, Canadá e Estados Unidos, que só assistiram à festa verde-amarela.
No fim do dia, Daniel ainda voltou à piscina para embolsar mais um ouro. Foi no revezamento 4x50m medley 20pts. Daniel abriu o revezamento, que teve ainda Francisco Avelino, Jeferson Amaro e Clodoaldo Silva. A equipe brasileira completou a prova em 2m38s22, à frente da Argentina (3m21s88). Foram os dois únicos países que completaram - a Venezuela não participou, e o México foi desqualificado.
As meninas não quiseram ficar atrás. Pouco depois do ouro individual de Daniel Dias, Joana Silva caiu na água e deu show na versão feminina da prova. Ela também bateu o recorde parapan-americano, com 39s42, e garantiu a medalha de ouro. A prata ficou com Alyssa Gialamas, dos EUA (47s89), e o bronze foi de Nely Miranda Herrera, com 50s61.
No nado medley, o país manteve o bom rendimento. Matheus Silva levou o ouro nos 200m, categoria SM9, com o tempo de 2m41s23. O pódio foi completado por dois argentinos: Juan Rosatti foi prata com 2m41s63, e Facundo Lazo foi bronze com 2m49s33.
Pouco antes, quem se encarregou de abrir a contagem de medalhas do Brasil nesta quinta foi Adriano de Lima, que consquistou a prata nos 100m livre, classe S6. Ele completou a prova em 1m12s72, atrás do cubano Rafael Castillo, que cravou o tempo de 1m11s69. O bronze ficou com Daniel Londono, da Colômbia, com 1m14s89.
Nos 200m medley categoria SM8, mais duas medalhas para o Brasil. Não deu para tirar o ouro do mexicano Luis Andrade Guillen, que completou em 2,38s86, mas o restante do pódio foi verde-amarelo. Caio Oliveira levou a prata com 2m44s69, e Carlos Lopes Maciel ficou com o bronze, ao cravar o tempo de 3m00s51.